Aula de ensino experimental de ciência, no âmbito do Projeto Reflexevolução
O balão-foguetão
Sabendo que a ciência é um meio para construirmos conhecimento universal, tivemos uma aula experimental de ciência física. Por isso, aceitámos o desafio lançado pelo professor: “Será possível acertar com um balão no coração de Orion?”
Para realizar a experiência, foram necessários balões, fio-de-pesca, molas de roupa, fita-cola, palhinhas, tesoura e fita-métrica.
Começámos por encher o balão com ar e largá-lo em direção ao coração de Orion, que estava na parede a uma distância de 4m. Largado o balão, este começou a deslocar-se aos ziguezagues. Foi então que o professor perguntou se haveria alguma maneira de fazer o balão deslocar-se em linha reta, mas nenhum aluno participou com sugestões corretas. Em seguida, foi mostrado o fio que serviria para fazer o balão andar em linha reta. Agora era necessário arranjar maneira de fixar o balão ao fio. A Daniela sugeriu que atássemos o balão ao fio. Experimentou-se e verificou-se que o balão não se movia. A seguir, o professor acrescentou o elemento palhinha, que serviu para fixar com a fita-cola o balão à palhinha. Depois, enfiámos o fio na palhinha que estava colada ao balão, enchemos o balão com ar, virámos o furo do balão para nós e largámos. Por fim, observámos o balão a deslocar-se em linha reta para a parede.
Portanto, foi possível fazer andar o balão até ao centro do coração de Orion desenhado no mural da Felicidade.
O professor ainda desafiou a turma a medir a quantidade de ar dentro do balão, tendo sido o Simão a dizer que podíamos fazê-lo através da contagem de sopros. Finalmente, concluímos que quantos mais sopros, maior é a distância percorrida pelo balão em metros.
Turma: 4ºD
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